Planta terrestre com caule rizomatoso, recoberto por escamas castanhas rígidas.
Frondes dimorfas, eretas a patentes.
Pecíolos longos (até 60 cm nas frondes férteis) e delgados (1 mm), castanho-escuros a negros, lustrosos, cilíndricos, com escamas na base.
Lâmina lobada a pinatissecta, margem enegrecida, espessada, lobos arredondado-obtusos e margem crenada nas frondes estéreis, lobos lineares e margem inteira nas frondes férteis.
Ocorre em fisionomias campestres ou em mata-galeria, em terrenos permanentemente úmidos.
Sinonímia botânica: Doryopteris lomariacea
Fonte: DURIGAN, G.; PILON, N. A. L.; ASSIS, G. B.; SOUZA, F. M. & BAITELLO, J. B. Plantas pequenas do Cerrado: Biodiversidade negligenciada. Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. 1.ed., São Paulo:SMA, p.720, il, color, 2018.