Arbustos escandentes a lianas. Ramos tomentosos, cilíndricos, vináceos.
Folhas simples, alternas; lâminas elípticas a largo-elípticas, ovadas a orbiculares, 2-4×1-2 cm; ápices obtusos, bases arredondadas a truncadas, margens inteiras, onduladas e revolutas; cartáceas a membranáceas, discolores, sendo a face abaxial verde-esbranquiçada e a face adaxial variando de verde a roxo, tomentosa em ambas as faces; nervação reticulódroma, nervuras 1ª, 2ª e 3ª imersas na face adaxial e salientes na abaxial; pecíolos de ca. 0,5 cm compr., com um par de nectários extraflorais estipitados, cilíndricos.
Inflorescências racemos terminais, 2-7 cm compr.; pedicelo pubérulo, articulado, com um par de glândulas na base. Flores bissexuais; corolas papilonáceas, carena unguiculada, roxas; cálice com sépalas persistentes; brácteas decíduas, lanceoladas, tomentosas; bractéolas decíduas, ovadas, tomentosas.
Frutos sâmaras, 4-4,5 cm compr., com uma ala bem desenvolvida, pubérula e outra ala vestigial.
Sementes uma por fruto, elípticas a orbiculares, glabras, tegumento membranáceo.
Flor: setembro a novembro.
Fruto: outubro a novembro.
Fonte: CASTRO, B. M. de. Florística de trepadeiras nativas no bioma Cerrado. 60f. Monografia (Bacharel em Ciências Ambientais). Universidade de Brasília. Brasília-DF, 2015.