Árvores até 7 m alt. Plantas glabras.
Folhas com pecíolo 4-5,2 mm compr.; lâmina 5-8 × 2-3,3 cm, cartácea, levemente discolor, elíptica ou elíptica-lanceolada, ápice longo-acuminado, base aguda a atenuada, margem inteira e levemente revoluta, nervura central saliente em ambas as faces, nervuras secundárias 15-20 de cada lado, uma nervura marginal, a 0,5-0,7 mm da borda. Fascículos axilares ou em ramos áfilos, pedicelos 3-13 mm compr.; bractéolas 2,2-3 × 0,2-0,5 mm.
Flores com hipanto não elevado acima do ovário, sem contrição; cálice com lobos individuais, 1,5-2,2 mm compr.; ovário 2-locular, liso.
Frutos 3-5 mm diâm., lisos.
Distribuição: Amazonas, Pará, Maranhão, e do Rio Grande do Norte à Santa Catarina, na Amazônia e na Mata Atlântica (Sobral et al. 2015). Na Ilha do Mel foi encontrada apenas em floresta. Coletada com flores em novembro.
Eugenia excelsa pode ser reconhecida por suas folhas de ápice longo-acuminado e nervura central marcadamente saliente na face adaxial.
Fonte: LIMA, D. F.; CADDAH, M. K. & GOLDENBERG, R. A família Myrtaceae na Ilha do Mel, Paranaguá, Estado do Paraná, Brasil. Hoehnea, v. 42, n. 3, p. 497–519, 2015.