Fabaceae – Parkinsonia aculeata

Árvore; ramo cilíndrico, glabro, espinho 1. Odor presente. Estípula lateral, estreitamente-triangular, basifixa. Glândula ausente. Filotaxia alterna-espiralada.

Folha bipinada, 2-4-foliolada, estipela ausente, folíolo oposto, oblongo, ápice rotundo, margem inteira, base assimétrica, nervação broquidódroma, pontuação translúcida ausente, cartácea, glabro.

Inflorescência racemo, axilar; bráctea ausente, bractéola ausente, prefloração imbricada ascendente. Flor pedicelada, amarela, zigomorfa, diclamídea; diplostêmone; cálice dialissépalo, sépala 5, oblonga, heteromorfa; corola dialipétala, calcar ausente; androceu dialistêmone, homodínamo, filetes amarelos, antera rimosa, uniformes, rostro ausente; ovário estipitado, pluriovulado.

Fruto legume, estipitado, uni ou plurisseminado, linear, cilíndrico, epicarpo inerme, margem constrita.

Semente elípsóide, testa castanho, pleurograma ausente, arilo ausente, hilo apical.

Uso potencial: madeira. Segundo Andrade-Lima (1989), esta espécie se presta como planta ornamental de locais alagados ou alagáveis, parques e jardins. Suas abelhas são procuradas por abelhas maribombos e mangangás, Parkinsonia L. compreende de 12 espécies ocorrendo apenas duas no Brasil e nenhuma delas é endêmica (Flora do Brasil 2020).

Parkinsonia aculeata é uma espécie arbórea encontrada no açude na estrada do Pai Mateus em Cabaceiras.. Esta espécie é facilmente reconhecida por apresentar ramos glabros, um espinho por folha e folhas com raque longa com folíolos diminutos e legumes com margem constrita.

Fonte: QUEIROZ, R. T. de. Fabaceae do Cariri paraibano [livro eletrônico]. Nova Xavantina, MT: Pantanal, 2021. 626 p.

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