Subarbusto volúvel.
Pecíolo 9-15mm, glabro; lâminas 2,5-8×1-3cm, oblongo-lanceoladas a ovais, ápice acuminado, base obtusa a subcordiforme.
Inflorescências 10-25-floras; pedúnculo 3,5-6mm, glabro. Pedicelos 4-5mm, glabros; sépalas 0,8-1,5×0,7-1mm, oval-triangulares, margens ciliadas; corola alva ou amarelada, lobos 1,7-3×0,8-1,2mm, oval-triangulares, externamente glabros, internamente barbados na parte mediana, superiormente puberulentos; segmentos da corona 1,5-2×0,8-1,2mm, espatulados, fimbriados ou franjados no ápice, ultra-passando visivelmente a altura das anteras.
Ginostégio séssil; parte locular das anteras subtriangular, asas quase tão longas quanto o dorso; retináculo 0,14-0,18×0,07-0,09mm, obovado a subelíptico, caudículas 0,06-0,07mm, oblíquodescendentes, polínias 0,2-0,25×0,08-0,12mm, ovaloblongas.
Folículos 7,5-9,5×0,6-1cm, glabros.
Distribuição na parte litorânea do Sudeste e Sul do Brasil, do Espírito Santo até o Rio Grande do Sul. D8, E6, E7, E8, E9, F5, F6, F7, G6: borda e interior da Mata Atlântica, mata ou áreas alteradas de restinga. Coletada com flores de outubro a maio e com frutos em fevereiro, março e novembro.
Sinonímia botânica: Gonioanthela axillaris
Fonte: PEREIRA, J. F. Asclepiadaceae. Parte integrante da Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo. Instituto de Botânica, São Paulo, v.4, p. 93-156, 2005.