Subarbusto ereto; ramo cilíndrico, tricoma glandular, inerme. Odor presente. Estípula lateral, triangular, adnata ao pecíolo, perenes. Glândula ausente. Filotaxia alterna-espiralada.
Folha ternada, 3-foliolada, estipela ausente, folíolo oposto, elíptico, ápice agudo, margem inteira, base aguda, nervação camptodroma, pontuação translúcida ausente, cartácea, glabro.
Inflorescência espiga, axilar, terminal; bráctea presente, bractéola presente, prefloração imbricada descendente. Flor séssil, amarela, zigomorfa, diclamídea; diplostêmone; cálice gamossépalo, sépala 6, triangular-estreitamente-triangular, heteromorfa; corola papilionácea, calcar ausente; androceu monadelfo, homodínamo, filetes brancos, antera rimosa, uniformes, rostro ausente; ovário séssil, uni-biovulado.
Fruto lomento, séssil, uni-bisseminado, oblongo, plano, epicarpo inerme, constrita.
Semente não observada.
Uso potencial: forrageira
Stylosanthes minima é um subarbusto bianual que ocorre apenas sobre afloramentos rochosos de áreas preservadas. Esta espécie está sendo registrada pela primeira vez no estado da Paraíba. Esta espécie pode ser confundida com S. viscosa pelos ramos glutinosos, porém se distingue por apresentar ramos laxos e espigas compostas em S. minima versus espigas simples em S. viscosa. A espécie Stylosanthes minima pode ser distinta de S. humilis por ser um subarbusto, com ramos glutinosos versus erva e ramos não glutinosos.
Fonte: QUEIROZ, R. T. de. Fabaceae do Cariri paraibano [livro eletrônico]. Nova Xavantina, MT: Pantanal, 2021. 626 p.