Polypodiaceae – Pleopeltis astrolepis

Plantas epífitas. Caule longo-reptante, 0,4-1,2 mm diâm., com escamas clatradas, comosas, 0,3-0,4 × 0,2-0,3 mm, negras, ovais ou levemente deltóides, base arredondada, ápice arredondado ou levemente agudo, margens denticulado-laceradas, tricomas na superfície da escama com ca. 0,1-0,6 mm compr.; frondes monomorfas, patentes, 7,0-11,0 cm × 4,0-6,0 mm; pecíolo cilíndrico, quase ausente, ca. 1,0 × 0,05 mm, castanho; lâmina coriácea, inteira, linear-lanceolada, com a base longamente decurrente, ápice agudo a levemente arredondado, com escamas clatradas, ovais a lanceoladas, margens ciliadas, sobre o tecido laminar e costa (em ambas as superfícies da lâmina), aeróforos ausentes; nervuras ocultas.

Soros oblongos, localizados em depressões da lâmina, de três a oito pares.

Distribuição geográfica: Amplamente distribuída no Neotrópico no Sudeste dos EUA, México, Guatemala, Belize, Honduras, El Salvador, Nicaraguá, Costa Rica, Panamá, Grandes e Pequenas Antilhas, Colômbia, Venezuela, Trinidad, Suriname, Guiana Francesa, Peru, Bolívia e Brasil – Pernambuco, Alagoas, Bahia, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Fonte: PRADO, J.; HIRAI, R. Y. & SCHWARTSBURD, P. B. Criptógamos do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP. Pteridophyta: 9. Grammitidaceae e 16. Polypodiaceae. Rev. Hoehnea, v.37, n.3, p.445-460, 1 fig., 2010.

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