Subarbusto volúvel, pubérulo, glabrescente.
Pecíolo 0,8-1,5cm; lâminas 3-6,5×1-3cm, oval-lanceoladas, lanceoladas, ápice acuminado, base cordiforme.
Inflorescências paucifloras; pedúnculo 0,6-1,7cm. Pedicelos 0,8-1,2cm; sépalas 2,7-4×0,5-0,9mm, linear-lanceoladas; corola creme-esverdeada, tubo mais curto ou igual às sépalas, lobos 15-20×2,5-3mm, lineares, patentes,
torcidos; segmentos da corona 3,7-4×1-1,3mm, ultrapassando as anteras, vinosos, espatulados, ápice cuspidado, internamente providos de 1 apêndice dentiforme que atinge a porção mediana.
Ginostégio subestipitado; parte locular da antera ca. 1mm, retangular, asas superando o dorso, apêndice membranáceo oblongoelíptico; retináculo 0,74-0,78×0,16-0,18mm, oblongolinear, caudículas 0,25-0,3mm, polínias 0,64-0,7×0,16mm, oblongas; apêndice estilar, vinoso, base ca. 1mm, espessada, dividido em 5-7 segmentos ca. 4mm, filiformes.
Sudeste e Sul do Brasil, alcançando a Argentina. E5, F5: Mata Atlântica e áreas perturbadas. Coletada com flores em fevereiro e abril.
Sinonímia botânica: Schistogyne mosenii
Fonte: PEREIRA, J. F. Asclepiadaceae. Parte integrante da Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo. Instituto de Botânica, São Paulo, v.4, p. 93-156, 2005.